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Devocional 27/04/2015 |
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Devocional retirada do livro Mananciais no Deserto
E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre
E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. (Ap 1.18.)
As árvores, as flores, as borboletas, a primavera, as vozes da natureza nos falam da ressurreição. Meditemos e deixemos a nossa alma impregnar-se desta esperança, desta certeza. Até que, como Paulo, mesmo caminhando para a morte, sigamos triunfantes, em certeza de fé e com o rosto sereno e brilhante. Ele vive! — Adaptado
Levou todas as dores o Cordeiro. Só; rejeitado; verme; ensanguentado… “Homem de dores”, tão desfigurado… Todas as dores sobre Si levou. As minhas dores sobre Si levou. Levou os pecados todos o Cordeiro. O oculto; o “leve”; o torpe; o hediondo e cru.
Morreu. Desamparado, exposto, nu. Todo o pecado sobre Si levou. O meu pecado sobre Si levou. Levou todas as mortes o Cordeiro. Trevas.
Potências. Desamparo e brado, Terremoto e furor! — “É consumado!” E toda a morte sobre Si levou. A minha morte sobre Si levou. Manhã.
Silêncio.Túmulo vazio. Paz; salvação: Perdão, graça, vitória, Vida — Vida abundante, eterna! Glória! Tudo pra mim.
Um pastor estava em seu escritório escrevendo um sermão de Páscoa, quando um pensamento tomou conta dele: seu Senhor estava vivo!
Pôs-se de pé num salto, alegremente, e, andando de lá para cá, repetia para si mesmo: “Pois Cristo está vivo, Ele não é o grande ‘Eu era’, mas o grande ‘Eu sou’!” Sim, Ele não é apenas um fato, mas um fato vivo.
Gloriosa verdade da Páscoa! Nós cremos num Senhor ressurreto. Não nos voltemos para o passado para adorá-lo junto ao túmulo, mas olhemos para cima e para a Sua presença em nós, para que adoremos o Cristo vivo. E porque Ele vive, nós também viveremos. — Abbott
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